CURSO - CERTIFICAÇÃO DE CARBONO

 

CERTIFICAÇÃO DE CARBONO  
Oportunidades e Desafios
 
Mudanças Climáticas Globais e Serviços Ecossistêmicos
 
Justificativa:
  • A Economia Verde de US$ 1 trilhão / ano sinaliza um avanço de comércio de 3 vezes o conseguido pelas empresas sem o comprometimento social e ambiental de suas cadeias produtivas e de prestação e serviços. O mercado de Carbono da Califórnia abre com expectativa de girar US$ 1 bilhão em 2013 e chegar a US$ 40 bilhões em 2020. O Brasil tem planos setoriais para redução de emissões em toda a sua economia até 2020. A competitividade brasileira na Economia Verde tem uma relação direta com a Certificação de Carbono.
  • A nova Lei da Vegetação (12651/2012) aboliu o código florestal e introduziu novos conceitos para a gestão das propriedades rurais, incluindo a criação de mercados para serviços ecossistêmicos. Os sócios e administradores do setor público e privado atuam dentro de limites administrativos e legais que incluem a responsabilidade social e ambiental dos negócios. Para isso existem licenças, permissões, autorizações e uma série de procedimentos a serem adotados, permitindo o funcionamento das atividades empresariais. Falhar na conformidade ambiental dos negócios resulta em prejuízos substanciais, que podem determinar responsabilização dos sócios e administradores. Medidas preventivas são recomendadas para evitar exposição e as questões envolvendo as emissões de Gases do Efeito Estufa, notadamente o Carbono, tem ganhado destaque no cenário empresarial. Ainda que não existam exigências legais para o controle das emissões de GEE, o controle social já é bastante significativo.
  • A mobilização de recursos e instituições em todos os níveis para uma Economia Verde e / ou Economia de Baixo Carbono é evidente. Na Austrália foi implantada uma taxa de carbono, assim como para vôos internacionais e regionais que entrem ou circulem na Europa. Hoje já existem mercados de carbono em desenvolvimento praticamente em todo o mundo, e várias empresas tem empregado a contabilização de carbono como estratégia de marketing. A mensuração, os relatórios corporativos e auditorias de certificação de carbono estão integrando o dia-a-dia das empresas públicas e privadas.
  • Com essas novas etapas da economia em pleno desenvolvimento surgem desafios e oportunidades para o setor privado e público. O setor privado pode lançar mão de estratégias corporativas para viabilizar negócios com carbono, assim como obter créditos para compensar e neutralizar suas emissões de GEE, utilizando o resultado em programas de marketing verde.
  • O setor público pode atuar como regulador e fiscalizador dos mercados, tratar de isenções tributárias e de taxas. O setor privada atua como gestor e investidor, voltado para o fomento à produção e consumo de bens e serviços ambientais e para o Pagamento de Serviços Ecossistêmicos, incluindo Carbono. Iniciativas neste sentido já ocorrem no Brasil, gerando oportunidades para a capitalização dos recursos naturais em todos os níveis.
 
Objetivos do Programa:
  • Um dos objetivos do programa é informar sobre a possibilidade de Estados e Municípios, através de instituições privadas e / ou públicas, implantar mecanismos de remuneração de carbono nos seus locais de origem.
  • O treinamento irá evidenciar o papel do ciclo do carbono no aquecimento global, de acordo com o IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change), e demonstrar como ações para reduzir a concentração desse gás na atmosfera podem gerar direito a certificação de carbono.
  • O treinamento também irá proporcionar condições básicas para a realização de inventários e projetos de neutralização de emissões nas empresas, assim como demonstrar o papel do marketing na promoção dessas atividades.
  • Serão abordados os fundamentos e o funcionamento do mercado de projetos REDD e REDD+, evidenciado o papel da madeira para combater mudanças climáticas, e apresentadas opções de políticas públicas e Parcerias-Público-Privadas para atuar nos mercados da Economia Verde. O programa apresenta casos práticos de PSE de carbono realizados em Parceria-Público-Privada no Brasil, e a forma de integrar as atividades das empresas e ecossistemas.
 
Público Alvo:
  • Investidores,
  • empresários,
  • diretores e gerentes de empresas de todos os setores,
  • gestores e agentes públicos de secretarias de Indústria e Comércio, Agricultura, Turismo, Transportes, Infra-estrutura e meio ambiente,
  •  políticos, profissionais da área de marketing, rural e ambiental, dos setores de saúde, mineração, energia, construção, transportes, indústria, resíduos, agricultura e florestas (incluindo madeireiros).
  • Encarregados de departamentos de marketing das empresas, professores, estudantes e o público em geral.
  • Gestores públicos e privados interessados no tema das mudanças climáticas globais e dos mercados de carbono.


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